Minhas dogs: Baby e Chibi

Não sei ao certo se teve um momento que me fez perceber que eu gostava de cachorro, acho que já nasci assim. Desde criança, sempre gostei muito de animais, principalmente dogs. Era do tipo que queria passar a mão em qualquer um que via na rua. Lembro-me da minha mãe berrando várias vezes “Não pode! Vai dar alergia!”. Mas, fazer carinho neles era tão irresistível, que eu o fazia escondido e acabava pegando sarna – e levando uma super bronca da minha mãe.

Algum tempo depois, a Baby entrou em minha vida. Ela foi doada por uns amigos da família, ainda filhote. Pra ser sincera, não foi bem amor à primeira vista, porque fomos visitá-la antes dela ir pra casa e não sei ao certo o que senti. Eu meio que tinha muito medo de ter um cachorro e sofrer quando ele morresse… (medo que nunca passa, né?). Foi quando ela chegou em casa que de fato entendi o que era a dedicação e amor que um ser desses pode oferecer, e que isso de certa forma compensa a dor de sua partida. Eu já era grandinha, tinha meus 11 anos e a Baby foi ganhando espaço em casa e na minha vida aos pouquinhos. No começo, ela ficava só no quintal, depois só na cozinha e, de repente já estava dormindo comigo e com minhas irmãs.

A Baby não gosta muito de ser fotografada – se fosse humana, ela seria uma dama da sociedade. Minhas irmãs costumam brincar que nas horas vagas, ela deve ficar jogando cartas e bebendo vinhos caros, indicados por sommeliers. Hoje ela já está com 14 anos e é bem preguiçosa – muito pela idade – mas ainda ama comer e ficar tomando aquele solzinho da manhã.

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Ok, eu permito foto hoje só porque vou aparecer na Internet.

A Chibi veio anos depois, quando eu já tinha me mudado pra São Paulo. Não tem muito romantismo na história dela não, foi comprada por insistência da minha irmã mais nova, que queria uma companhia pra Baby. Parecia um ratinho quando chegou! Era muito feia hahahaha 😀

Como todo filho mais novo, ela é insuportável. Mimada, bagunceira, dá altos migués – mas é super carinhosa e companheira. Se a Baby fica bebendo vinho em suas horas vagas, Chibi fica tramando planos de qual será a sua próxima bagunça. Hoje, ela está com 5 anos.

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Estou apenas dormindo na sua toalha limpa.

Infelizmente, não moro com as duas, pois vim para São Paulo e nunca morei num local adequado para dogs. Mas, sou muito feliz pela tecnologia permitir que meus pais me mandem fotos e vídeos o dia todo por whatsapp e às vezes rola até facetime!

Tenho várias histórias das duas para compartilhar aqui no 4dogs. E você, tem alguma? Manda pra gente 😉

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